Archive for the ‘Província da Beira Baixa’ Category

Torre aberta ao público (Penamacor)

“Durante o mês de Agosto a torre de menagem, que acolhe uma exposição permanente sobre a história do monumento e da vila, pode ser visitada gratuita e diariamente às 11h e às 15h.

A câmara de Penamacor acaba de abrir ao público a Torre de Menagem, a única construção que resta da antiga alcáçova, isto é, a fortaleza medieval que era o último bastião de resistência em caso de ataque inimigo. A robustez da torre com 2,30 metros de largura e 20 de comprimento, permitiu-lhe resistir ao tempo e às guerras.

A torre sofreu recentemente obras de beneficiação no interior onde se encontra uma exposição permanente que na prática “é um centro de interpretação do antigo castelo”.”
(sacado daqui)

Feira Ibérica do Caracol em Cernache do Bonjardim

Decorre até ao próximo dia 30 de Julho a Feira Ibérica do Caracol em Cernache do Bonjardim, concelho da Sertã. Esta é uma oportunidade para provar algumas das melhores formas de convecionar este pitéu, adorado por uns e desdenhado por outros.

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/BOj2ZuN2HHdYCgdrR7CI/mov/1

Gamado aqui

>Peixeirada e molho nas Maravilhas da Gastronomia

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Por causa da Perdiz de Escabeche está o caldo entornado entre os municípios do Fundão e Idanha-a-Nova e a organização das 7 Maravilhas da Gastronomia.

“O prato foi apresentado publicamente em Abril com o nome da vila do concelho do Fundão, mas passou a ser promovido no concurso como um prato apadrinhado pelo município de Idanha-a-Nova.
Em comunicado, a autarquia presidida por Manuel Frexes queixa-se do facto de a mudança ter acontecido depois de não aceitar pagar 17 mil euros à organização. (…)
A Câmara conclui que a iniciativa “não tem qualquer credibilidade” enquanto concurso gastronómico, por não ter “respeito pela origem dos pratos” e estar sujeito apenas a “uma lógica comercial”. A autarquia promete “accionar todos os meios legais que se encontrem disponíveis e se afigurem necessários e pertinentes”.

Fonte da organização do concurso disse que “o valor de 17 mil euros é incorrecto, pois o apoio que é pedido é logístico”, para realização de um programa de televisão, (…) A empresa promotora do concurso garante que o prato Perdiz de Escabeche “não sofreu alterações ao nível do nome ou localidade”. A Perdiz de Escabeche “é um prato típico da Beira Interior no geral, especialmente onde há tradição de caça”, frisa a mesma fonte.” (sacado daqui)

>Exposições (Vila Velha de Ródão)

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“No museu do azeite de Sarnadas de Ródão acolhe até ao próximo dia 19 de Julho a exposição “No tempo da implantação da República: quadros da vida rural”. Uma oportunidade para conhecer as vivências políticas, sociais e económicas daquele concelho no início do século XX, através de documentos escritos e fotográficos da época, devidamente enquadrados historicamente.”

“Até 11 de Setembro, pode visitar, na biblioteca municipal de Vila Velha de Ródão, uma exposição de fotografia intitulada “Paisagens do Ocreza”, na qual são apresentadas fotografias da autoria de fotógrafos amadores, participantes no passeio fotográfico realizado em Março pelo rio Ocreza e Foz do Cobrão. A iniciativa foi dinamizada pelo fotógrafo Pedro Martins e organizado pela biblioteca municipal.”
(sacado daqui)

>Feira de Enchidos, Queijo e Mel de Vila de Rei

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Entre os dias 28 e 31 de Julho, Vila de Rei recebe mais uma edição da Feira de Enchidos, Queijo e Mel (FEQM). O certame tradicional, organizado pelo Município de Vila de Rei, pretende divulgar as actividades económicas do concelho e apresentar os mais variados produtos artesanais.

O programa da XXII edição do evento conta com a 13ª Feira do Livro, exposições, tasquinhas, animação de rua, karaoke, jogos tradicionais, diversas actividades desportivas e a realização da 18ª Colheita de Sangue de Vila de Rei.

Para animar as noites de festa, os palcos do Parque de Feiras de Vila de Rei vão receber artistas de diferentes estilos musicais, estando a animação do palco principal destinada a Graciano Ricardo, Ruizinho de Penacova, Diabo na Cruz e Klepht.

O evento conta com 110 expositores oriundos de vários pontos do país, que apresentam, além da gastronomia regional, artigos em artesanato e representativos dos sectores industrial, comercial e de serviços.

Os visitantes podem provar os saborosos enchidos, queijo e mel da região, apreciar o típico artesanato local e deliciar-se com a rica gastronomia da terra nas esplanadas instaladas no recinto da Feira. De 28 a 31 de Julho, a XXII Feira de Enchidos, Queijo e Mel oferece o melhor do artesanato, gastronomia e música.

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>Festival de Gastronomia do Maranho e do Bucho (Sertã)

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A Câmara Municipal da Sertã marcou para os dias 8, 9 e 10 de julho a Feira de Gastronomia dedicada ao Maranho e ao Bucho. O programa e os objectivos já estão definidos e baseiam-se essencialmente no facto de a “Sertã ser o concelho de origem destes produtos” como deu conta o presidente da câmara Municipal da Sertã, José Farinha Nunes.

A autarquia quer associar o prestígio e divulgação à qualidade do produto, para tal estarão presentes quatro restaurantes, sendo que dois deles estão directamente ligados a o bucho e ao maranho e os outros estarão a cargo das confrarias do Leitão da Bairrada e da Chanfana.

Este festival vai decorrer na Alameda da Carvalha onde também decorrerão outras actividades de promoção como sendo um workshop “gastronomia, vector estratégico para o turismo”, provas de maranho e bucho, de vinhos do concelho, uma exposição fotográfica subordinada ao tema da “confecção do maranho”, representações vivas das tradições do concelho, encontro de folclore, arruada de bandas filarmónicas, encontro de concertinas e concertos com Trilhos, PopXula, Cosmos e Zéze Fernandes.

A abertura deste certame está marcada para dia 8 de julho às 18h30. Ao sábado e ao domingo a abertura acontece às 12 horas.

Gamado, aqui.

>Rede de Judiarias avança

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Sinagoga de Belmonte (daqui)

“Foi numa cerimónia simples, seguida de almoço, que foi apresentada na Quinta da Bica, entre Gaia e Belmonte, a Rede de Judiarias de Portugal. A sede é em Belmonte e os responsáveis estão a estudar, com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC), uma candidatura a fundos para recuperação dos centros históricos dos municípios associados, anunciou, no dia 25 de maio, o secretário-geral do organismo.

Conforme disse Jorge Patrão, presidente da Turismo Serra da Estrela, a candidatura permitirá «valorizar o património judaico e dignificar os espaços turísticos em que esse património se insere».

A Rede de Judiarias de Portugal foi constituída em março de 2011 e integra os municípios de Belmonte, Castelo de Vide, Freixo de Espada à Cinta, Guarda, Lamego, Penamacor e Trancoso. Fazem também parte da estrutura as entidades regionais de Turismo do Douro, Serra da Estrela, Lisboa e Vale do Tejo, Oeste, Alentejo e Algarve e ainda a Comunidade Judaica de Belmonte.” (daqui)

>Maranho ao Guiness! (Proença-a-Nova)

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mmagem daqui

Proença a Nova quer cozinhar o maior maranho do mundo. A iniciativa, integrada nas festas do município, vai ser acompanhada por um juiz do Guiness World Records e decorre de 10 a 13 de Junho.

Serão confeccionados 40 metros de maranho com o objectivo de divulgar um dos pratos tradicionais mais emblemáticos da zona do pinhal interior.

A iniciativa está integrada nas festas do município. Do programa faz parte uma mostra de caprinicultura com uma exposição das espécies e dos produtos mais representativos desta actividade. (daqui)

Nos dias 11 e 12 realizam-se oficinas gastronómicas com produtos ligados à caprinicultura, com a participação de 4 chefes que irão mostrar formas inovadoras de confeccionar pratos tradicionais.

O concerto com Pedro Abrunhosa, no dia 11 de Junho, é um dos destaques musicais da festa do município de Proença a Nova de 10 a 13 de Junho.

>Escola agrária promove regresso ao "casal" (Castelo Branco)

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imagem daqui

“Em tempo de crise, a Escola Superior Agrária de Castelo Branco defende “uma aposta no sector primário” e quer ensinar qualquer pessoa a criar a sua horta, como revela Celestino Almeida, presidente da instituição.

Para tentar contrariar esta situação, a Escola Agrária vai oferecer “formações modulares, curtas, para que todos quantos tenham acesso a terra possam cultivá-la para auto-consumo, sem necessidade de terem um curso superior”.

Alguma formação específica sobre determinados aspectos da actividade agrícola, como a poda de árvores de fruto, já foi ministrada no último ano, mas a aposta é para intensificar.

Serão feitas “de forma cadenciada, conforme a procura”, e a feira e exposição agrícola que começa hoje e se prolonga até domingo, no recinto da escola, “serve para criar esse gosto pelas actividades ligadas à terra”.

O jornal “Público” chamou-lhe horta; por aqui também se lhe chama “casal”.

“A primeira edição da Agro-Agrária – Feira de Agricultura e das Actividades Agrícolas, aproveita a boleia das festividades da Senhora de Mércoles, que decorre no recinto adjacente à escola e que culmina no feriado municipal de Castelo Branco (…)

Em exposição vão estar também alguns produtos produzidos pela escola, como o azeite.

Celestino Almeida acredita que, fruto da crise, “os mercados locais de proximidade vão ser reactivados, assim como a produção familiar” para auto-consumo.

Afinal, produzir o que se come “é uma tradição nas famílias portuguesas. Nas últimas décadas perdeu-se, mas há todos os motivos para a recuperar”, seja do ponto de vista económico, ambiental ou de gestão do território.

O presidente da Escola Superior Agrária de Castelo Branco acredita ainda que, com a crise, “há um novo olhar crítico sobre as importações. Há cada vez maior necessidade de Portugal produzir mais e melhor”.

>Queijo à espera (Soalheira)

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imagem daqui

Queijarias da Soalheira aguardam pólo agro industrial para aumentarem produção. Quantidade é o que falta ao queijo da Soalheira, uma vez que qualidade e boa cotação no mercado já existem.

O problema foi identificado pelo presidente da Associação de Queijeiros da Soalheira no decorrer da IV edição da feira do queijo naquela vila do concelho do Fundão. Segundo Ivan Rocha “as queijarias são familiares, estão numa zona urbana e têm uma produção pequena para a imagem que já tem o queijo da Soalheira no mercado, aguardamos pelo pólo agro industrial para resover este problema, há pelo menos oito queijarias que ali se vão instalar”.(sacado daqui)

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