>É indispensável reactivar cooperativas em São Jorge nos Açores!

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José Matos, professor universitário no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores e reconhecido especialista na área de lacticínios, refere em entrevista ao Diário Insular, que existia uma herança cultural nas cooperativas de lacticínios da ilha de São Jorge e que o Queijo São Jorge era um produto identitário de cada uma delas e o resultado de uma produção pensada para o seu fabrico.

Diário Insular (DI): Os resultados provisórios dos censos 2011 indiciam em S. Jorge fuga de população de freguesias que ficaram sem as suas cooperativas e também sem escolas. Fica espantado ou o fenómeno era previsível?
José Matos (JM): O fenómeno era previsível e para isso alertámos a seu tempo tanto quanto nos foi possível! Não ficamos espantados, apenas tristes, porque os lugares de São Jorge vão perdendo os jovens, a sua alma, cultura, atividade económica, identidade, envelhecendo, enfim, aos poucos, morrendo!

Ver entrevista completo no Diário Insular

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