Archive for the ‘Economia’ Category

Produção na região dos Vinhos Verdes vai ser idêntica à do ano de 2010

A produção de Vinho Verde deve manter o crescimento sustentável verificado nos últimos cinco anos. As previsões da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) apontam para uma vindima idêntica à de 2010, ano em que se produziram 86 milhões de litros, mais quatro por cento do que na colheita anterior. A região dos Vinhos Verdes será assim, segundo Manuel Pinheiro, presidente da CVRVV, a única no País “a não ter menos produção de vinho em 2011”.

Um dos fatores que contribuem para as previsões positivas feitas pela CVRVV prende-se com o processo em curso na região de reestruturação da vinha, que, por ser mais nova, sofre menos com o clima. Outro aspeto que ajuda a explicar as estimativas para a colheita deste ano tem a ver com o fato de os produtores de Vinho Verde terem controlado atempadamente o míldio, doença que provocou grandes estragos noutras regiões do País.

As previsões para a vindima de 2011 indicam ainda uma diferença de produção entre o litoral, Alto Minho (Monção/Melgaço e Viana do Castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca), Barcelos, Braga e Amares e o interior, nomeadamente os concelhos de Amarante, Baião, Celorico de Basto, Ribeira de Pena, Mondim de Basto e Cabeceiras de Basto. A tendência para uma ligeira subida na região litoral, em contraste com a do interior, resulta de uma menor incidência de míldio e ainda de um aumento da área de nova vinha.

“Estamos, de fato, otimistas em relação à vindima deste ano, porque as previsões de colheita apontam para valores semelhantes aos do ano de 2010, quando a produção aumentou mais de quatro por cento”, declara Manuel Pinheiro, presidente da CVRVV, acrescentando ainda que “as novas vinhas plantadas são uma garantia de que a vindima terá muito boa qualidade”.

Vinho do Porto aumenta vendas no Brasil em cerca de 30%

O mercado brasileiro voltou ao “Top 10” da lista de países consumidores de vinho do Porto, ocupando o décimo lugar da tabela, atualmente liderada pela França. De acordo com o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), as vendas para o Brasil no primeiro semestre de 2011 alcançaram 2,4 milhões de euros, tendo o volume de negócios crescido 31,2% em relação ao mesmo período de 2010. Estes valores vêm reforçar a procura de produtos nacionais no Brasil.

O Brasil volta a fazer parte do top 10 de países consumidores de vinho do Porto, assumindo, no final de Junho, uma quota de 1,8% do total de vendas.  Fixado, no primeiro semestre do ano, em 132,4 milhões de euros, o valor global de negócios reflete uma queda de 9,4% face a período homólogo de 2010.

A França reforça o seu lugar no topo da tabela, sendo o maior mercado para o vinho do Porto, cujo volume de negócios atingiu os 36,5 milhões de euros até Junho. Segue-se a Holanda, que acumulou 16,7 milhões de euros e Portugal, que consumiu 15,1 milhões de euros, sofrendo uma queda de 17,9% quando equiparado com os valores homólogos.

Os maiores crescimentos na compra de vinho do Porto registaram-se na Polónia e na Finlândia, tendo as vendas subido cerca de 58% e 43%, respetivamente. Brasil e Espanha também assinalaram um aumento da procura pelo tradicional produto português: 31,2% e 8,1%, respetivamente.

Olivicultores transmontanos esperam um «ano regular»

Os olivicultores transmontanos esperam que a campanha que se aproxima corresponda a um ano médio com uma colheita de 90 milhões de quilos de azeite, embora as previsões estejam ainda dependentes dos imprevistos do tempo.

«Contamos com um ano regular, ou seja, uma produção sem grandes oscilações», disse hoje à Lusa António Branco, presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes (AOTAD).
O azeite é a segunda produção com maior peso na economia transmontana, a seguir ao vinho, movimentando anualmente cerca de 27 milhões de euros.

O sector tem sido afectado, nos últimos anos, por intempéries, nomeadamente as geadas de 2007 que queimaram milhares de árvores, e que têm contribuído para que num ano regular a produção ronde os 90 milhões de quilos, quando podia atingir os 120 milhões em condições favoráveis, segundo contas da associação.

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Agricultura em queda: Cereais e vinho são principais vítimas

Desde 2006 que a agricultura em Portugal não mostra sinais de recuperação e este ano está a piorar o cenário.

Segundo o relatório do Instituto Nacional de Estatística (INE) publicado ontem, a produção de cereais em Portugal foi a mais baixa de que há registo, com apenas 175 toneladas, uma quebra de 25% face ao ano passado, já ele um ano mau.

Os números preocupantes da produção agrícola não ficam contudo pelos cereais. Segundo o INE, a produção agrícola na sua esmagadora maioria está a baixar, em alguns casos a estagnar e só em casos muito pontuais a aumentar.

Se em 2010 a baixa produção dos cereais, que não chegava às 230 toneladas, foi explicado pela alta temperatura do mês de Julho e por este ter sido considerado o mês mais seco dos últimos 24 anos, este ano a produção de cereais atingiu um mínimo histórico, explicado desta vez por um Julho com temperaturas ligeiramente abaixo das normais, pela ausência de chuvas e pelo forte vento.

O aumento dos níveis de evapotranspiração levaram a uma diminuição da eficiência da rega, obrigando ao aumento da sua frequência. Assim sendo, as produções dos cereais confirmam as fracas expectativas previstas ao longo da campanha, com quebras face a 2010 que atingem 25% no trigo mole, trigo duro, triticale e cevada, e os 20% na aveia.

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Azeite de Idanha com nova imagem

Depois de ver classificado o azeite como Denominação de Origem Protegida, a Cooperativa Agrícola de Olivicultores do Ladoeiro acaba de lançar uma nova imagem para acompanhar a qualidade reconhecida do azeite de terras de Idanha.

É o culminar de um trabalho de reactivação do sector que a actual direcção se propôs realizar, desde há 3 anos, aumentando o número de produtores,  de 60 para 200, e a produção, de 220 toneladas ano para 505.

Segundo a presidente da direcção da Coopagrol, a nova embalagem, lançada durante a XV edição da Feira Raiana, “vem fazer justiça à menção de qualidade que o nosso azeite acaba de obter”.

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Vinhos do Tejo no Brasil

No passado mês de Julho os Vinhos do Tejo foram até ao Brasil.

S. Paulo e Rio de Janeiro foram as cidades onde se realizaram duas degustações e um almoço.

Mais de 300 brasileiros tiveram a oportunidade de apreciar os já famosos Vinhos do Tejo.

Foram 8 os produtores que participaram nesta acção: Agro-Batoréu, Casa Paciência, Casal Branco, Casal da Coelheira, Casal do Conde, Fiúza & Bright, Quinta do Casal Monteiro e Quinta da Lapa.

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Vendas do Vinho Madeira crescem 6%

O Vinho Madeira registou um aumento de 6% no volume de vendas no primeiro semestre deste ano.
Para o presidente do Instituto do Vinho, este aumento do volume de vendas é um “sinal positivo apesar da actual conjuntura internacional”.

Paula Cabaço acrescentou que, em 2010, a venda desta produção regional representou 6,750 milhões de euros, verificando-se um aumento superior a 400 mil euros, totalizando nos primeiros seis meses deste ano 7,164 milhões de euros.

A responsável do Instituto do Vinho, Bordado e Tapeçarias da Madeira (IVBTM) mencionou que a quantidade produzida diminuiu 2%, de 1,392 milhões de litros no período homólogo de 2010 para 1,363 milhões de litros nos primeiros seis meses deste ano.

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