Archive for the ‘Notícias’ Category

"Vinhos e petiscos que são património da Humanidade"

Marcantonio Del Carlo propõe-se destacar o que de luso o palato aprecia, entre vinhos e petiscos.

No que a vinhos portugueses diz respeito, as denominações de origem atribuídas aos mais antigos atestam precisamente a sua singularidade geográfica e sujeitam a sua produção ao cumprimento de regras definidas pela União Europeia, sejam generosos, tranquilos ou espumantes.

A Região Vinhateira do Alto Douro e a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico são as duas áreas vinícolas portuguesas reconhecidas Património da Humanidade pela UNESCO.

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Comboio a vapor regressa ao Douro

A partir do dia 23 e até ao mês de outubro, a Linha do Douro vai ser percorrida, todos os sábados, pelo comboio a vapor, entre o Peso da Régua e o Tua (Carrazeda de Ansiães), numa iniciativa que pretende recriar as viagens do século XIX.

Os passageiros vão desfrutar da paisagem fornecida pelo rio Douro e pelas vinhas que são património mundial da UNESCO.
O comboio com cinco carruagens de madeira será puxado por uma locomotiva a vapor e terá a bordo um grupo de música e cantares regionais para animar os passageiros, bem como serão dadas a provar iguarias regionais e servido um cálice de vinho do Porto da Quinta Nova.  
Durante a viagem, o comboio faz ainda uma paragem na vila do Pinhão, onde se pode apreciar os 24 painéis de azulejos do edifício principal da estação, que representam cenas da principal actividade económica da região – a vitivinicultura — e visitar a Wine House da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, propriedade da família Amorim.

Este serviço turístico tem partida marcada para as 14h45 e termina às 18h22. Os bilhetes vão desde os 45 euros para adultos e 25 euros para crianças dos cinco aos 12 anos. Os grupos de dez ou mais pessoas beneficiam de descontos (40 euros para adultos e 20 para crianças).
Os comboios a vapor tiveram uma importância histórica determinante para o desenvolvimento da região do Douro, nomeadamente no escoamento do Vinho do Porto e na comunicação entre as localidades durienses.

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>Açores a bordo do paquete "Vision of the Seas",

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Os Açores são o tema de um cruzeiro marítimo a bordo do paquete “Vision of the Seas”, um navio com capacidade para cerca de 3.000 passageiros.

A viagem começa a quatro de Abril em São Paulo, no Brasil, e termina em Lisboa, a 18 do próximo mês.

Cinco palestras, seguidas de debates sobre temáticas açorianas, a cargo da socióloga Antonieta Costa.

Ilhas pacíficas e uma cultura autêntica, em pleno mundo Ocidental – é a ideia que será comum a todas as apresentações, afirmou a investigadora.

Antonieta Costa apresenta os Açores num cruzeiro de quinze dias entre o Brasil e Lisboa. Deverão seguir-se apresentações idênticas em cruzeiros no Mediterrâneo, e no mar Báltico.

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>A ver pela situação do país antes ter «Fé nos Burros» que acreditar nos sabichões

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Um fotógrafo e um médico veterinário percorreram o concelho de Alfândega da Fé em busca de histórias e de modos de vida ligados ao burro. O gado asinino está ainda presente nestas terras de Trás-os-Montes quer como animal de estimação, quer como meio de transporte e auxílio na agricultura.

O percurso do fotógrafo João Pedro Marnoto e do veterinário Miguel Nóvoa está agora compilado no livro «Fé nos Burros». A obra é um documentário escrito, fotografado e gravado.

«Aquelas burras são as minhas pernas», diz o Sr. Artur de Soeima, uma aldeia na encosta da Serra de Bornes, concelho de Alfândega da Fé. As artroses há muito que dificultam o andar do Sr. Artur que tem nos dois animais, fiéis amigos. Fazem-lhe companhia e ajudam-no a locomover-se. A sua história é contada no livro «Fé nos Burros», um projecto de fotografia e vídeo de João Pedro Marnoto, em colaboração com a Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA), onde Miguel Nóvoa, veterinário, é secretário técnico da Raça Asinina de Miranda.

Juntos percorreram o concelho de Alfândega da Fé. Encetaram caminho pelo Portugal profundo em busca de histórias, do quotidiano, das tradições que por aquelas terras transmontanas incluem o burro. «Como fotógrafo quis realçar a relação do animal com o homem, tendo em conta que enquanto houver essa relação haverá sempre continuação da espécie. O burro já não é utilizado para trabalho e transporte, mas o que ainda mantém a espécie é esta relação de cumplicidade entre homem e animal», comenta João Marnoto.

Miguel Nóvoa sublinha a importância desta relação homem-aninal, muito presente na iniciativa «Fé nos Burros», e afirma que «esta cultural rural associada aos habitantes das aldeias do concelho de Alfândega da Fé é retratada no livro, permitindo ainda ao leitor, através do texto que acompanha as fotografias, aprender um pouco mais sobre burras, burros, mulas e machos».

Actualmente no concelho percorrido pelos dois autores há um efectivo de 600 animais. Desde sempre o burro teve como função auxiliar o homem nas tarefas agrícolas, sobretudo em terrenos de difícil acesso como são as serras e os vales de Trás-os-Montes. Com o avanço da tecnologia, o gado asinino começou a ser votado ao abandono. «Mas por estas terras ainda se encontra, quer como fiel amigo, como animal doméstico, quer associado a novas economias como o turismo», diz Miguel Nóvoa.

A utilização do burro para a realização de passeios, mas também a sua manutenção na paisagem junto dos seus donos, assegurando tradições ancestrais, são características deste território, atraindo cada vez mais turistas. Em torno deste animal, de focinho afável, de aspecto pachorrento, pêlo comprido e grosso em tons de castanho, têm nascido também actividades como gincanas, feiras, mostras e desfiles e festivais, como «L Burro I L Gueiteiro», uma síntese dos costumes de Miranda do Douro.

Nos últimos anos, as actividades em torno do asinino ganham novas dimensões, sendo reconhecidas as suas capacidades terapêuticas. A asinoterapia «desenvolveu-se na década de 1970 em países como Inglaterra, Suíça, França e Itália. Uma prática que permite a estimulação cognitiva, física e também afectiva», explica o livro «Fé nos Burros». Na AEPGA já é aplicada esta terapia.

A escrita simples do livro cativa a leitura. Uma fonte de aprendizagem sobre um animal perfeitamente adaptado ao território, que faz parte da paisagem contribuindo também para a manutenção dos ecossistemas. Em «Fé nos Burros» lê-se que «os asininos têm aptidão para o pastoreio, fundamental para a preservação dos lameiros (pastagens permanentes seminaturais, de génese centenária), que se degradam caso não sejam pastoreados». Estes animais contribuem ainda para prevenir o avanço de matos facilitadores da propagação de incêndios.

João Pedro Marnoto quis recriar na rua o ambiente de um estúdio de fotografia. Os autores colocaram um pano branco na rua e fotografaram, simplesmente, dono e animal. Um retrato desta relação ancestral. No vídeo que acompanha o livro, Miguel Nóvoa é o fio condutor desta história pelo mundo rural português. «O Miguel fala sobre os burros, mas também mostramos todo o processo de realização deste trabalho que é um documentário sobre o gado asinino do concelho de Alfândega da Fé», conclui João Pedro Marnoto.

O trabalho foi realizado com o auxílio da Câmara Municipal de alfândega da Fé. O processo de distribuição dos livros pelas livrarias está agora a ser empreendido.

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>Momentos de Jazz nas Pousadas de Portugal

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As Pousadas de Portugal apresentam o ciclo Momentos de Jazz, com concertos exclusivos em locais seleccionados e com a voz de Maria José Leal, acompanhada por Sandro Norton e Carlos Barreto.

O primeiro Momento de Jazz decorrerá hoje, na Pousada de Queluz, pelas 20h00. O trio irá animar cada Pousada com uma actuação exclusiva, num cenário histórico, e todos os meses haverá uma noite original ao som de reconhecidos artistas internacionais.

Caso queria prolongar a estadia, há ainda um programa completo, desde 200€ para duas pessoas, que inclui duas noites de alojamento e pequeno-almoço, bem como jantar concerto de Jazz. Para quem gosta de música e gastronomia, mas não quer ficar a dormir na pousada, há ainda a opção jantar concerto desde por 30€.

Os Momentos de Jazz nas Pousadas vão passar por Viseu (Fevereiro), Crato (Março), Viana (Abril), Condeixa (Maio), Alcácer (Junho), Estói (Julho), Guimarães (Agosto), Évora (Setembro), Palmela (Outubro), Amares (Novembro) e Beja (Dezembro).

Para mais informações, consulte o site das Pousadas de Portugal.

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Simplificação legislativa para o sector da caça

O Decreto-lei n.º2/2011, de 6 de Janeiro, veio estabelecer alterações na forma como são criadas, modificadas ou extintas as Zonas de Caça em Portugal, e o seu método de publicidade.

A partir desta data, passam todos os actos em causa a serem emitidos sob aforma de despachos, e não portarias como até agora, tornando-se desnecessária a sua publicação no Diário da República.

O secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural delegou a assinatura dos despachos no presidente da Autoridade Florestal Nacional (AFN) diminuindo-se assim substancialmente a burocracia necessária para a criação, modificação e extinção de Zonas de Caça.

Atribuindo-se desta forma a competência para a assinatura destes despachos ao presidente da AFN, estima-se diminuir para além da burocracia necessária para este tipo de procedimentos, o tempo de cada processo, prevendo-se um mínimo de dois meses de poupança, sendo que, nalguns casos, esta medida chega a diminuir em 6 meses o tempo que decorre do pedido, até à publicação.

Com esta alteração, são agora publicados no site da AFN os referidos despachos, concentrando assim a informação, e tornando-a mais acessível para quem realmente tem interesse em aceder a ela.

Sobreiro – Árvore Nacional de Portugal

As associações Transumância e Natureza e Árvores de Portugal lançaram um movimento que visa desencadear o processo de atribuição ao sobreiro do estatuto simbólico de Árvore Nacional de Portugal.

A iniciativa foi “assinada” por estas duas organizações em 30 de Outubro do presente ano, na aldeia de Algodres – em pleno vale do Côa.

O comunicado pode ser consultado, aqui.