Archive for the ‘Parques naturais’ Category

Caminada na Tierra de Miranda

É já no próximo dia 4 de Setembro, a Caminada na Tierra de Miranda, Miranda – Nazo. Este é um percurso de inolvidável beleza, que vai surpreender os participantes.

A cultura, a tradição, a paisagem e a história do concelho de Miranda do Douro vão estar presentes em cada“passo”, dos caminheiros. Para além disso, não são esquecidos os bons hábitos de saúde aliados ao passeio na natureza. Venha descobrir a fantástica beleza das paisagens das Arribas do Douro.

As inscrições prolongam-se até ao próximo dia 31 de Agosto no Posto de Turismo de Miranda do Douro e na Casa das Quatro Esquinas.

Programa:
Hora da partida: 8h
Local da partida: Posto de Turismo de Miranda doDouro
Itinerário: Miranda do Douro – Malhadas – Nazo- Almoço- Regresso a Miranda do Douro (transporte assegurado pelaautarquia)
Total do percurso: 14 km
Duração: 3 h

Conselhos úteis – calçados apropriado, roupaleve e água fresca

Fonte: Câmara Municipal de Miranda do Douro

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>O melhor de Portugal são as pessoas

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Imagem sacada daqui e trabalhada aqui no estaminé

“Mais de 170 pessoas já se voluntariaram para a vigilância e prevenção de incêndios no Parque Nacional da Peneda-Gerês, onde a Associação Mãos à Obra Portugal quer agora avançar com a reflorestação da área ardida.(…)
Uma família de Lisboa (pai e dois filhos) foram os primeiros voluntários a patrulhar os três trilhos indicados pela direcção do PNPG, onde “dentro em breve” a organização conta ter patrulhas 24 horas por dia, adiantou o mesmo responsável.

A pé ou de bicicleta, e munidos de um telemóvel, os voluntários têm por missão verificar se existe algum foco de incêndio ou “se alguém está a ter algum comportamento perigoso ou lesivo para o parque” e avisar as autoridades.

As patrulhas, de três ou quatro elementos, efectuam turnos de seis horas e podem pernoitar no Parque de Campismo do Vidoeiro.

A associação, que mantém as inscrições abertas até final de Setembro, procura agora “voluntários que tenham jipe e que possam auxiliar as patrulhas nocturnas”, acrescentou Carlos Evaristo.

A adesão de voluntários leva os responsáveis pela associação a equacionar a hipótese de, no próximo Verão, “alargar este projecto a outras áreas protegidas que o Instituto de Conservação da Natureza entenda que seja útil patrulhar”. Mas até lá, adiantou Carlos Evaristo, a associação vai “avançar com a reflorestação no PNPG, através de um novo método de lançamento de sementes de bolota no solo, envolvidas em argila e que, quando as condições climatéricas forem as adequadas, irão germinar”.

Uma acção que, tal como a iniciativa nacional de limpeza florestal Limpar Portugal ocorrida no ano passado ou a prevenção de incêndios, será feita apenas com recurso a voluntários, já que a associação não pretende receber quaisquer subsídios ou apoios monetários.
(sacado daqui)

>Serra dos Candeeiros

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Serra dos Candeeiros (daqui)

Ouvia, na passada terça-feira, a Prova Oral do Fernando Alvim, na Antena 3, que trazia um convidado estrangeiro, expressando-se em bom português, e autor de um livro sobre os portugueses. Eis senão quando o dito senhor, quando questionado sobre o que gostava mais no nosso país, responde que gosta do país  todo e não conseguia escolher….
…só havia uma coisa que não gostava: a serra dos Candeeiros! Era chata!

Ui! O que ele foi dizer! Percebi imediatamente que havia uma grave injustiça a reparar. Se o país é bom, óptimo; mas se a única coisa má é a Serra dos Candeeiros, melhor ainda!

Comecemos pela localização. O Fernando Alvim, natural do Porto e radicado há demasiados anos em Lisboa, flui pela auto-estrada e não sabe onde é a Serra. A Xana Alves disse que era a seguir a Torres Novas…. será que nunca saem da A1? O convidado não a corrigiu, pelo que certamente também não sabe.
A seguir a Torres Novas é o polje de Minde e a serra de Aire. E talvez eu consiga perdoá-la porque a serra dos Candeeiros compreende-se integrada no que os académicos chamam Maciço Calcário Estremenho, os ambientalistas Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.

Vamos lá convidar o senhor Hatton a descobrir o melhor das Serras de Aire e Candeeiros:

– grutas; descobertas e apreciadas há várias décadas, as grutas de Mira d´ Aire, da Moeda, de Alvados e de Santo António merecem sempre uma visita pela monumentalidade que a natureza esconde debaixo dos nossos pés.

– Por falar em Alvados, lá podemos albardar um burro à nossa vontade e dar um passeio neste animal hoje em vias de extinção e que até há bem pouco tempo era um dos principais meios de transporte para muitos portugueses. O meu pai que o diga, que em miúdo torceu um braço quando caiu de um. Mas não se preocupem, que estes são mansinhos!

Igreja e Dolmen das Alcobertas

– A igreja das Alcobertas constitui um monumento único a nível nacional, pois integra um dolmen, considerado sagrado pelos habitantes desde há milhares de anos, que por esse motivo decidiram que o interior da igreja deveria comunicar com o templo pré-histórico que assim continua a ser parte do culto.

– A Cooperativa Terra Chã é um projecto de desenvolvimento de características únicas. Sim, pareço o José Hermano Saraiva a dizer que tudo é único, mas é que é verdade! A Cooperativa desenvolve projectos de protecção da natureza, de preservação das tradições e do património natural e social da serra e de actividades turísticas. Nos Chãos (Alcobertas, Rio Maior.)

– O Centro Ciência Viva do Alviela é, e citando o próprio site, “um espaço interactivo de divulgação científica e tecnológica” que, “localizado na fronteira entre a Estremadura e o Ribatejo (…) proporciona aos seus visitantes, através da alta tecnologia, uma aventura empolgante que desce às profundezas da terra em busca das origens da nascente do Alviela, percorre as estações do ano revelando a influência destas na constituição de uma das maiores reservas de água doce do país e explora os refúgios ocultos dos morcegos cavernícolas”. É nos Olhos d´Água, a célebre nascente do rio Alviela (Louriceira, Alcanena) que merece uma visita mesmo de quem se interesse mais pela paisagem e pela natureza e menos pela ciência.

– E as Pegadas de Dinossauros, em Ourém? 175 milhões de anos e mais de 1000 pegadas não merecerão uma visita?

Imagem daqui

Para quem quiser dar a voltinha dos tristes, é muito simples: subir ao Casal Vale Ventos e percorrer a estrada até às salinas (ou vice-versa). Em dias de boa visibilidade, é possível ver o mar, o sítio da Nazaré e as Berlengas e, claro, a vizinha Montejunto, a caminho do sul. Além disso, podemos visitar as gigantescas eólicas in loco e sentirmo-nos esmagados pela enormidade tecnológica que contribui para a auto-suficiência energética do país.

Já falámos nas Salinas de Rio Maior, as maiores salinas interiores de Portugal, a laborar desde a Idade Média? Os miúdos adoram e pode-se beber uma cerveja e comprar uns suvenires, se houver uns trocos a mais.

Polje de Minde (imagem daqui)

Falámos aqui foi no polje de Minde, e não vale a pena falar muito mais porque é verão; mas num dos próximos invernos, é esperar que chova o suficiente para que o vale entre Minde e Mira de Aire se transforme numa lagoa interior de características – sim, únicas!, na Península Ibérica.

 

Para comer, há 3 opções:
– Quem andar pela Serra dos Candeeiros pode descer ao sopé e ir aos vários centros gastronómicos nascidos do tráfego da nacional “númarum” que agora se chama IC2 entre a Benedita e Rio Maior. A Ti Cristina, a Jomafel e o Bigodes são alguns exemplos.

– quem andar lá pelo meio das serras, há um restaurante muito bom na Serra de Santo António onde cada dose dá para 3 ou 4 refeições! Pelo menos para os estômagos mais sensíveis.

– quem descer pela vertente oriental do PNSAC (Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros) e seguir a Xana Alves até Torres Novas, pode parar nas Festas do Almonda, que estão a decorrer!

Há muitos mais coisas para visitar…. mas não temos tempo. Outras oportunidades surgirão. Esperamos que seja suficiente para que o senhor Barry Hatton mude de opinião sobre a Serra dos Candeeiros e a área do PNSAC. O melhor de Portugal está por vezes onde menos se espera!

>Berlengas também são reserva mundial da Biosfera

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Berlenga (sacado daqui)

Além de Santana, também o arquipélago das Berlengas foi declarado Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO.
“O processo de candidatura das Berlengas a Reserva Mundial da Biosfera, apresentado pela Câmara Municipal de Peniche, tinha como objectivos equilibrar as actividades locais com a protecção da biodiversidade. Aquando da entrega do processo, a autarquia considerou que a distinção das Berlengas seria “o reconhecimento do valor do património natural da Reserva Natural das Berlengas”, demonstrando também que há problemas de conservação da natureza e de desenvolvimento do espaço. Com esta candidatura a autarquia pretendia “promover a sustentabilidade ambiental, criando-se uma ligação entre a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento económico”. (daqui)

>Alvão: Voluntários colocam abrigos para morcegos em árvores

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O Parque Natural do Alvão (PNA) está a colocar abrigos de madeira em árvores para acolher morcegos, uma iniciativa que ocorre devido à diminuição de floresta velha, com troncos ocos e cavidades onde usualmente estes mamíferos se escondem.

O técnico de ecologia aplicada Luís Braz disse hoje à Agência Lusa que, por causa dos incêndios ou da ação humana, o número de árvores velhas tem vindo a regredir na área do PNA, levando também à diminuição dos abrigos dos morcegos arborícolas.

Preocupado com esta situação, o parque, conjuntamente com o Núcleo de Estudo e Protecção do Ambiente (NEPA), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), começou a construir caixas de madeira que visam melhorar as condições de habitat destes mamíferos.

Gamado aqui

>Vouzela aposta no património natural

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Tal como Cinfães, e tal como os concelhos do Zêzere, também Vouzela dá importância aos seus rios e ribeiras.

A autarquia de Vouzela vai requalificar 28 quilómetros de rios e ribeiras e limpar 80 hectares das suas margens para valorizar o património ambiental.

Numa primeira fase está prevista a intervenção “em troços de alguns rios fundamentais e de ribeiras, de modo a fazer a limpeza e a desobstrução das zonas ribeirinhas, que estão bastante destruídas”, explicou Rui Ladeira, vice-presidente da autarquia.

A intervenção, sujeita a uma candidatura ao Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER), está orçada em cerca de 78 mil euros e abrange os rios Alcofra, Alfusqueiro e Zela e as ribeiras de Ribamá, Moçâmedes/Real das Donas, Touca, Vilharigues, Farves/Crasto e Cambarinho, esta última na Reserva Natural de Cambarinho.

“Queremos criar outras condições para que os pescadores possam usufruir da pesca que é oferecida nos rios e nos ribeiros, possam ter condições de deslocação e que a vegetação não seja impeditiva dessa prática”, explicou Rui Ladeira, que está responsável pelo pelouro do Ambiente e Espaços Verdes.

Por outro lado, a autarquia pretende “criar condições para que a fauna das galerias ripícolas destas zonas ribeirinhas possa continuar a desenvolver as cadeias alimentares”, acrescentou.

(…)

Rui Ladeira explicou que o objectivo é não só criar boas condições para a fauna e para os turistas e pescadores, mas também fazer “mais uma barreira” aos incêndios, evitando que estes transponham áreas florestais. “Normalmente existem monoculturas ou de eucalipto ou de pinheiro e, se esta mancha for valorizada e preservada, estaremos a dar um contributo bastante significativo para a valorização ambiental.”
gamado daqui

>Açores planta uma árvore uma por cada açoriano

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A plantação de 250 mil árvores, uma por cada açoriano, vai assinalar o Ano Internacional das Florestas nos Açores. O facto foi hoje anunciado por Noé Rodrigues, secretário regional da Agricultura e Florestas, que falava na apresentação das iniciativas que vão assinalar o Ano Internacional das Florestas.

Relembrando que nos Açores produzem-se em viveiro cerca de cinco milhões de árvores por ano para projectos de florestação, Noé Rodrigues sublinhou que “a floresta dos Açores está viva” e ocupa cerca de um terço do arquipélago, sendo uma “fonte de riqueza”, não apenas ao nível da exploração de madeira, mas também em aspectos como a captação de água nos solos, sequestro de carbono ou controlo da erosão dos solos.

O arquipélago possui 43.503 hectares de área florestal em exploração, que representam 21 por cento do território total, e mais 22.960 hectares de espaços naturais e semi-naturais, que representam 10 por cento do território açoriano.

Gamado, aqui.