Archive for the ‘Parques Temáticos e Quintas Pedagógicas’ Category

Lourinhã vai ter ‘Parque Jurássico’

A Câmara Municipal da Lourinhã abriu um concurso para acolher propostas para o futuro parque museológico que será construído até 2015.

Trata-se de um parque temático que envolve um “moderno museu”, vocacionado para a “divulgação do importante património jurássico da região”, cujo conteúdo tem por base o acervo paleontológico até agora exposto no Museu da Lourinhã, explica ao Ciência Hoje Hernâni Mergulhão.
Segundo o presidente da Direcção do Museu da Lourinhã um parque como este é muito importante para Portugal, pois trata-se da primeira realização deste tipo e com esta escala em território nacional.

Na península Ibérica existem três concentrações notáveis de património jurássico, duas delas já possuem unidades museológicas na Colunga, o Museo Jurásico de Astúrias, e em Teruel, o complexo Dinópolis.

A unidade que vai ser construída na Lourinhã completará este triângulo natural. “As condições de exibição, de explicação e de acondicionamento do acervo serão potenciadas pela actividade científica que sempre caracterizou o Museu da Lourinhã e que terá agora um importante acréscimo de meios físicos”, afirma Hernâni Mergulhão.

Por outro lado, sublinha o responsável, “espera-se que o incremento da notoriedade deste património contribua significativamente para o desenvolvimento da economia envolvente, desde logo o que decorrerá do aumento da afluência de novos públicos a esta região”.

Ao ar livre

No edital do concurso, a Câmara Municipal da Lourinhã esclarece que “pretende recolher propostas criativas, que incluam conceitos científicos e pedagógicos para o desenvolvimento de um parque museológico, com forte componente ao ar livre”.

A autarquia prevê investir 10 milhões de euros no projecto, incluindo a construção de edifícios e outras infra-estruturas e a aquisição de conteúdos museológicos. O conceito científico do projecto deverá abranger a apresentação da evolução dos vertebrados na Terra até à actualidade e incluir no percurso de visita as descobertas paleontológicas do concelho da Lourinhã.

Localização privilegiada

O terreno destinado ao Museu do Jurássico encontra-se a cinco quilómetros a Norte da Lourinhã, a Oeste da freguesia de São Bartolomeu dos Galegos, numa área total de 36,7 hectares.

A Lourinhã desfruta de uma localização privilegiada, quer do ponto de vista geológico, quer do ponto de vista geográfico. “A carta geológica encontra nesta zona a fronteira com o oceano, sujeitando o afloramento jurássico à erosão marinha, além disso a flora nestas orlas é tipicamente escassa, o que também facilita a exposição das camadas mais relevantes”, explica Hernâni Mergulhão.

As ideias base para a concepção do futuro parque estão já definidas, no âmbito da continuada cooperação entre a Câmara Municipal da Lourinhã e o Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã, mas a entidade que venha a ser seleccionada, através do presente concurso, “terá uma importante palavra no que respeita à concretização e à operacionalização” do novo projecto, esclarece.

Segundo o responsável, a última versão do Plano Estratégico da Lourinhã define este projecto como uma “realização a concretizar até 2015”.

Gamado, aqui.

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>Parque biológico com piscina a condizer (Vinhais)

>«O parque biológico de Vinhais vai ser equipado com uma piscina, para fruição do público, com a particularidade de não requerer o uso de produtos químicos para tratamento da água. Carla Alves, responsável do espaço, explicou que, nesta piscina biológica, na qual não será usado nem cloro nem sal, serão colocadas plantas que fazem elas próprias a oxigenação da água, mantendo a sua salubridade. Sem adiantar ainda os custos, até porque o projecto ainda não se sabe o resultando da candidatura a fundos comunitários, esta é “uma piscina um pouco mais cara que a convencional, porque tem uma zona de plantas e depois uma zona onde é possível as pessoas nadarem”. Deste modo, o equipamento enquadra-se no conceito do próprio parque. Para fazer face ao número crescente de visitantes e à taxa de ocupação da zona residencial, em construção estão quatro novos bungalows.»


«Actualmente tem cinco o que, segundo Carla Alves não tem sido suficiente para a procura, sobretudo aos fins-de-semana e no Verão. A tipologia destas habitações, que até agora são todas T2, vai também ser mais variada, para fazer face a diferentes tipos de famílias que procuram o espaço. Vai passar a haver também bungalows só com um quarto, com três e com quatro quartos. Outro dos novos projectos, já em execução, é a construção de um Centro Interpretativo de Raças Autóctones, associadas a produtos gastronómicos da região. No Parque Biológico essas raças estão já representadas, mas no futuro poderão ser também apreciadas de outra forma, mediante marcação prévia. Neste momento o Parque Biológico recebe anualmente cerca de 16 mil visitantes. No primeiro ano que abriu teve cerca de 12 mil.»

>Quinta Pedagógica de Portimão vai plantar pomar de laranjeiras

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Desde o passado domingo, dia 20 de Março, começou a ser plantado na Quinta Pedagógica de Portimão um pomar de citrinos, composto por 24 laranjeiras, uma das mais emblemáticas árvores de fruto do Algarve e com grande peso na economia regional.

A iniciativa culminará hoje, dia 21 de Março e Dia Mundial da Árvore, com o batismo do referido pomar, marcado para as 16:30 horas e aberto a todos os interessados, sendo na ocasião abordadas as origens da laranja no nosso país.

Seguir-se-á uma visita guiada pelos percursos da quinta, centrada nas espécies florestais e frutíferas e destinada à observação das espécies florestais e à abordagem da importância das árvores, tanto a nível socioeconómico, como ambiental.

Os mais jovens poderão ainda participar num ateliê de pintura onde se poderão expressar artisticamente sobre esta temática, recorrendo a uma tela gigante.

Este é o primeiro conjunto de laranjeiras a plantar na Quinta Pedagógica de Portimão, “espaço de reaproximação ao campo, à vivência e aos valores do mundo rural tão importantes para o crescimento de uma população urbana cada vez mais afastada dessa realidade”, salienta a autarquia.

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>Quinta Pedagógica de Portimão disponibiliza horta para instituições de solidariedade social

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Está prestes a começar a Horta Social, um novo projecto desenvolvido pela Quinta Pedagógica que vai ceder gratuitamente a três instituiçoes de solidariedade social do concelho um espaço de sementeira, dispondo cada uma delas de um talhão com 88 m2 para cultivo de produtos hortofrutícolas.

A iniciativa envolve o Lar do Bom Samaritano, a CRACEP – Cooperativa Reeducação e Apoio à Criança Excepcional de Portimão e o Centro Comunitário Cruz da Parteira, e visa contribuir para a qualidade de vida dos utentes das instituições beneficiárias, promovendo boas práticas ambientais e agrícolas, assim como a produção de frutas e legumes inspirados numa alimentação saudável, amenizando ao mesmo tempo as despesas com bens alimentares, uma vez que estas produções se destinam a consumo próprio.

Cultivar os produtos da melhor forma e garantir a qualidade dos mesmos, respeitando o meio ambiente, são alguns dos princípios, normas e recomendações técnicas que os utentes e funcionários daquelas instituições devem aplicar na produção, processamento e transporte dos alimentos.

Obedecendo a um regulamento específico, as culturas e as rotações de cultivo a adoptar na exploração agrícola serão escolhidas em função de vários factores, como a natureza do solo na Quinta Pedagógica e as condições climáticas, tendo ainda em consideração os produtos tradicionais desta região.

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>Vilar de Mouros com parque temático dedicado à música

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A Câmara de Caminha e a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros querem potenciar a zona do recinto do mítico festival. Para além de trazer de volta o Vilar de Mouros, as autarquias pretendem criar um Parque Temático dedicado à música, que sirva de apoio não apenas ao festival, mas a outro tipo de actividades culturais e de lazer.

Depois de contactar com vários promotores de eventos, as autarquias consideram que investir no festival de Vilar de Mouros de forma isolada não faz sentido. “Não nos queremos precipitar com o regresso do festival. Queremos que volte com qualidade, num projecto sustentável e mais abrangente, e que não se cometam os mesmos erros do passado em termos de investimentos”, garante o vereador da Cultura, Paulo Pinto Pereira.

Querem retomar o festival, conhecido como o mais antigo de Portugal, mas o projecto vai mais além: “queremos valorizar o espaço do recinto do festival com valências que permitam dar condições para outros eventos ao longo do ano, infra-estruturas fixas que sirvam também o festival em todas as futuras edições”, explica o vereador da Cultura.

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Centro de congressos e parque temático é hipótese em Lisboa

O presidente da câmara lançou “um convite à iniciativa privada” para que construa um parque temático e um centro de congressos em Lisboa, garantindo que a autarquia está disponível para ceder terrenos para ambos. António Costa defende que estes são “dois tipos de equipamentos de que a cidade necessita para aumentar o seu potencial de atracção turística”, mas lembra que a concretização destes investimentos não é de competência municipal.

O autarca, e também presidente da Associação de Turismo de Lisboa (ATL), falava na apresentação do Plano Estratégico para o Turismo de Lisboa, que se realizou ontem no Centro Cultural de Belém. “Crescer em quantidade e valor”, “qualificar a experiência do visitante” e “aumentar a notoriedade do destino” são os objectivos estratégicos fixados no documento, para o horizonte temporal entre 2011 e 2014.

Nesse sentido, uma das novidades anunciadas é a aposta no Brasil como um novo mercado estratégico, a par de Espanha, que até agora era o único país com essa classificação. “Somos o destino mundial com o maior número de ligações aéreas ao Brasil, mas cerca de 300 mil turistas escalam em Lisboa sem parar”, afirmou António Costa, justificando assim o potencial daquele mercado.

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Parque Medieval do Sabugal em negociações

O presidente da Câmara local, António Robalo, confirma a «intenção de um promotor», que não revela, em avançar com o projecto, que ainda «não deu entrada» na autarquia, mas escusa-se a prestar qualquer declaração sobre o assunto enquanto «não estiver tudo preto no branco».

Adianta no entanto que o papel da Câmara neste processo é de «facilitador e regulador», por forma «fazer com que o concelho seja atractivo, e que a negociação já vem de há longo». O programa que António Robalo apresentou aos eleitores na última campanha autárquica em 2009, assim o leva a entender, já que o então candidato confessava «Sonhamos e perseguimos a instalação no concelho de um Parque Temático com atractividade internacional.

Já há alguns contactos desenvolvidos. Esperamos conseguir» lembrou o blog Capeia Arraiana em Janeiro último. Altura em que avançava e projecção de um parque temático sobre a Lusitânia em Caria, concelho de Belmonte, o que no entender do autor do texto podia «deitar por terra o desejo expresso do presidente da Câmara do Sabugal, António Robalo, que declarou sonhar com esse mesmo projecto para o seu concelho».

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