2 milhões para requalificação (Luso)

Luso (imagem daqui)

“O centro da vila do Luso vai ser alvo de um projecto de requalificação, promovido pela autarquia da Mealhada, que visa transformar a estância termal num local moderno e atractivo para o turismo, anunciou fonte camarária. O projecto de requalificação do Luso está orçado em dois milhões de euros e a primeira fase tem conclusão prevista para Julho de 2012.
«Estamos a desenvolver um plano para transformar o Luso numa estância moderna e atractiva para as pessoas que a visitam», disse à Lusa José Calhoa, vereador com o pelouro das Obras Municipais na autarquia da Mealhada. Lembrou que a intervenção camarária começou já pela requalificação da avenida Emídio Navarro, a que se juntaram os investimentos das empresas concessionárias das Termas e do Grande Hotel do Luso e a criação da Fundação Mata do Bussaco, responsável pela dinamização daquela área florestal, sobranceira à vila.” (gamado aqui)

Via Algarviana dá novos passos em frente

“A Via Algarviana, um percurso pedestre e ciclável, com 300km, que liga o interior do Algarve, de Alcoutim ao Cabo de São Vicente, vai passar a ter nova sinalética, rotas temáticas e percursos áudio-guiados.

A segunda fase do projecto, ontem apresentada, consistiu em “dotar a via de tudo aquilo que ela ainda precisava, novas infra-estruturas, estratégias de promoção e um novo modelo de gestão”, explicou à Lusa Anabela Santos, coordenadora do projeto e membro da Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve.”

“Para esta nova etapa, a Almargem conta com a parceria de onze municípios, da Entidade Regional do Turismo do Algarve e da Associação de Turismo do Algarve. Entre Janeiro e Junho de 2010, mais de 600 pessoas percorreram esta via que está numa fase de consolidação e a ganhar adeptos. A segunda fase, apresentada na sede Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, em Faro, representa um investimento de 1,4 milhões de euros e beneficia de um financiamento de 950 mil euros de fundos europeus. Os outros 512 mil euros serão repartidos pela Almargem e pelos parceiros.” (sacado daqui)

Caminhada (Serra da Freita)

“No próximo dia 24 de Setembro o Núcleo Regional de Aveiro da Quercus organiza mais um percurso pedestre na Serra da Freita, área montanhosa do distrito de Aveiro, na região de Arouca. Inscrições até 20 de Setembro.

“A Serra da Freita faz parte do território que define o Geoparque Arouca, membro da Rede Europeia e Global de Geoparques, cujo valor científico e natural é reconhecido a nível internacional. Este percurso permite contactar com alguns dos elementos de geodiversidade presentes na área planáltica desta serra e descobrir alguns dos segredos que encerram. Associados a estes geossítios, estão ainda valores de carácter científico/didáctico e da cultura dos povos serranos que ao longo do tempo aqui têm vivido, assim como a riqueza da sua flora e fauna. Tendo em conta a completa dependência da biodiversidade relativamente ao meio ambiente e que este se define fundamentalmente pela geologia regional, a conservação dos elementos geológicos, é essencial numa política integrada de protecção da biodiversidade. Sendo certo que só protegemos aquilo a que reconhecemos valor, talvez este percurso permita a alguns, novas descobertas e a sensibilização para a importância da conservação da Natureza na sua componente geológica”, escrevem os organizadores.

Descrição do percurso:
“Na primeira parte do percurso far-se-á o acesso ao miradouro de S. Pedro Velho, localizado a 1077m de altitude, que em dias de boa visibilidade, permite a observação de um território que se estende desde as serras do Marão e Alvão, até à serras da Estrela e da Boa Viagem. Neste local panorâmico e ao longo da área planáltica adjacente, é ainda possível observar e interpretar algumas geoformas graníticas, bem como a forma como os processos geológicos modelam a paisagem. A paragem seguinte será nas Pedras Boroas, que constituem uma forma peculiar de modelado granítico abundante nesta região. O percurso prossegue ao longo da margem do rio Caima, onde, acompanhados pelo murmúrio das suas águas, poderemos descobrir testemunhos da sábia intervenção humana, no sentido de rentabilizar os parcos recursos que a Natureza proporciona nesta região. Ao longo desta margem encontram-se múltiplas Marmitas de Gigante, evidências de uma dinâmica fluvial passada e, que em alguns casos, se desenrola diante dos nossos olhos”.

“Ao longo do percurso encontram-se as aldeias de Albergaria da Serra e da Mizarela, onde apesar de um pouco descaracterizadas, ainda se encontram alguns elementos da arquitectura rural do passado”.

“Segue-se a visita a um local panorâmico muito procurado, pela sua beleza cénica, a Frecha da Mizarela. Daqui pode mais uma vez fazer-se a interpretação da paisagem, bem como dos processos que levaram à criação da maior queda de água de Portugal Continental. No regresso encontraremos ainda outras geoformas graníticas, bons testemunhos da forma como os agentes atmosféricos modelam até, as rochas mais resistentes”.

Características do percurso:
Tipo de percurso: de pequena rota, por caminhos rurais, tradicionais e de montanha;

Distância a percorrer: cerca de 7 km, em circuito;

Duração do percurso: cerca de 3 horas;

Nível de Dificuldade: baixo/médio, com desníveis pouco significativos.

“O objectivo desta actividade é promover o contacto com a Natureza, ajudando a conhecer o património natural e tradicional desta região, promovendo ao mesmo tempo a confraternização entre todos os participantes”.

O ponto de encontro é às 08h00 na sede da Quercus-Aveiro, Urb. de Santiago, Bl. 25, em Aveiro. O ponto de encontro alternativo é às 09h30 no Parque de Campismo do Merujal. O transporte de e para o local da visita deve ser próprio ou partilhado.

Contactos:

Telem: 96.655.13.72

Email: aveiro@quercus.pt”
(sacado daqui)

Produção na região dos Vinhos Verdes vai ser idêntica à do ano de 2010

A produção de Vinho Verde deve manter o crescimento sustentável verificado nos últimos cinco anos. As previsões da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) apontam para uma vindima idêntica à de 2010, ano em que se produziram 86 milhões de litros, mais quatro por cento do que na colheita anterior. A região dos Vinhos Verdes será assim, segundo Manuel Pinheiro, presidente da CVRVV, a única no País “a não ter menos produção de vinho em 2011”.

Um dos fatores que contribuem para as previsões positivas feitas pela CVRVV prende-se com o processo em curso na região de reestruturação da vinha, que, por ser mais nova, sofre menos com o clima. Outro aspeto que ajuda a explicar as estimativas para a colheita deste ano tem a ver com o fato de os produtores de Vinho Verde terem controlado atempadamente o míldio, doença que provocou grandes estragos noutras regiões do País.

As previsões para a vindima de 2011 indicam ainda uma diferença de produção entre o litoral, Alto Minho (Monção/Melgaço e Viana do Castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca), Barcelos, Braga e Amares e o interior, nomeadamente os concelhos de Amarante, Baião, Celorico de Basto, Ribeira de Pena, Mondim de Basto e Cabeceiras de Basto. A tendência para uma ligeira subida na região litoral, em contraste com a do interior, resulta de uma menor incidência de míldio e ainda de um aumento da área de nova vinha.

“Estamos, de fato, otimistas em relação à vindima deste ano, porque as previsões de colheita apontam para valores semelhantes aos do ano de 2010, quando a produção aumentou mais de quatro por cento”, declara Manuel Pinheiro, presidente da CVRVV, acrescentando ainda que “as novas vinhas plantadas são uma garantia de que a vindima terá muito boa qualidade”.

Jornal inglês recomenda museus portugueses

O Telegraph indicou a Casa das Histórias Paula Rego (Cascais), o Museu do Caramulo, o Museu de Belmonte e a Fundação de Serralves (Porto) como museus portugueses a visitar entre os menos conhecidos.
Sendo certo que o Telegraph costuma ser atento e estar curioso ao que de melhor existe e se faz por esse mundo fora, não deixa de ser uma nota positiva para estes estabelecimentos, nomeadamente para os de Caramulo e Belmonte que estão mais afastados dos maiores centros urbanos.
(fonte)

Praia da Vitória

Praia da Vitória

Deixamos a raia espanhola e regressamos aos Açores, como prometido. Para mais, regressamos a uma terra que foi espanhola menos tempo do que todas as outras em Portugal.

Se bem se lembram, dos dois amigos que me introduziram, a mim, simples gajo do Continente, ao fenómeno que são os Açores, um era das Furnas e o outro da Praia da Vitória, da Ilha Terceira. Dado o histórico de rivalidades, se eu mencionasse um lugar sem mencionar o outro, ia ofender alguém!

A Praia situa-se na zona nordeste da ilha. Foi menos espanhola porque a ilha Terceira demorou 3 anos até reconhecer que Filipe II de Espanha ia ser mesmo o rei de Portugal, e só aceitou à força.
Para além disso, a Praia afirma com orgulho já ter sido a capital de Portugal. O meu amigo praiense fez-me ver isso e até me demonstrou que existe um monumento em Lisboa que o comprova, mas infelizmente já não me recordo de qual… mas é certo que a Praia foi sede do governo liberal durante as guerras civis (depois de aqui os liberais terem vencido uma das batalhas mais violentas, resistindo a um desembarque dos miguelistas) por um breve período. Uma espécie de Bengasi do Portugal novecentista!
Foi na Praia que nasceu o saudoso Vitorino Nemésio, poeta, romancista e professor, que muitos recordam ainda do seu programa semanal “Se bem me lembro” na RTP, nos anos 70.

Touradas à corda na ilha Terceira (foto daqui)

Esse meu amigo praiense era forcado e eu não podia deixar passar esse ponto em branco. A ilha Terceira tem uma tradição tauromáquica muito própria (eventual origem ribatejana dos seus primeiros povoadores?) e que se expressa nas populares touradas à corda, e que consistem, como sempre, na luta entre o homem e o animal, mas neste caso com o homem a tentar controlar o animal com o recurso a uma corda – e ao que estiver à mão. Mas nem sempre sai vencedor…

Bom, mas vamos lá então saber onde podemos ir, pela Terceira;

Praia dos Biscoitos (imagem daqui)

A Praia dos Biscoitos é daquelas coisas que achamos que não há em Portugal porque não são conhecidas. Uma série de piscinas naturais formadas pela rochas, onde os miúdos podem nadar calmamente. E a água que nunca está demasiado fria!…

A Mata da Serreta (Reserva Florestal), no oeste da ilha – 15 campos de futebol que não devem nada à mata de Sintra.

Mesmo quem não tenha um especial interesse na espeleologia pode aproveitar uma visita ao Algar do Carvão – uma viagem de 100 metros de profundidade ao interior de um vulcão adormecido!

Perto da Praia, situa-se a base militar das Lajes, que alguém definiu como “a América nos Açores”. Quem se lembrar do Sandro G sabe o quão interessante se tornou o cruzamento (causado pela emigração) entre a cultura açoriana e as sub-culturas norte-americanas (quer a cultura WASP, do progresso material e da modernidade, quer a cultura hip-hop, vinda dos subúrbios). Mas cuidado; o Sandro G era de S. Miguel e não quero criar aqui confusões.

Angra (imagem daqui)

E, claro, Angra, classificada como Património Mundial pela UNESCO, com as lojas, o comércio, e o Monte Brasil para passeios e piqueniques.

Quem vir na altura certa, não deve perder as festas, em especial as célebres Sanjoaninas em Angra e as mais discretas (“discreto” significa: ambiente mais familiar) festas da Praia. E, porque não, o Angra Jazz, que está quase aí a chegar!

Alcatra (imagem daqui)

Só para terminar: na zona noroeste, em Altares, disseram-me (não pude ir lá ver…) que há um restaurante que serve uma excelente alcatra, o prato tradicional da Terceira. Se os povoadores ribatejanos trouxeram os toiros, eventuais povoadores das Beiras trouxeram a chanfana – que aqui foi ganhando vida própria, tal como de resto as touradas à corda são ligeiramente diferentes das do continente. Um Portugal concentrado e temperado pelo mar, eis as surpresas que os Açores nos reservam. E ainda nos faltam 7 ilhas para conhecer…

Lisboa Restaurant Week

Lisboa recebe entre 22 de Setembro e 5 de Outubro a 6.ª edição da Restaurant Week, uma nova oportunidade para experimentar menus propostos por 57 de alguns dos melhores restaurantes da capital a 20€ (19€ +1€) por pessoa.

Como já é habitual, por cada menu vendido, um euro vai para uma causa social. Nesta edição, a beneficiária será a Mulheres de Vermelho,  entidade que resulta da união da Peres & Partners com a Fundação Portuguesa de Cardiologia.

A 6.ª edição da Restaurant Week (RW) conta com a adesão de 57 restaurantes, que apresentam menus especiais para esta iniciativa. A dica é, como sempre, a reserva antecipada. Até porque cada restaurante tem lotação afecta à iniciativa. O portal de reservas myTable também é parceiro da RW e, no seu Facebook, a organização do evento, a Sabor do Ano, informa que também será possível fazer reservas online.


Restaurantes aderentes:

Adlib, AguaBenta, Arola, Assinatura, Aviz, Bica do Sapato, Bonsai (Fontana Park Hotel), Brasserie Flo Lisboa, Café do Real, Cantina da Estrela (Hotel da Estrela), Casa da Comida, Casa da Dizima, Gourmet Restaurante, Clara Chiado, Clara Jardim Restaurante, Coisas de Comer, Colares Velho, Comida de Santo, Eleven, Espaço Lisboa, Estufa Real, Faces in Chiado, Faz Figura, Flores (Bairro Alto Hotel), Guarda Real, Gemelli, In Fusion, Jokey, Kaetano’s, Kais, Lapa (Olissippo Lapa Palace), Maritaca, Mezzaluna, Midori, No Ponto, Opaq, Open Brasserie Mediterrânica, Panorama  (Hotel Sheraton), Pratu’s, Petra Rio,  Quinta dos Frades by Chakall, Restaurante El Corte Ingles, Outro Rio, XL, Saldanha Mar (Fontana Park Hotel), Sessenta, Sommer, Spot São Luiz, Storik Chiado Restaurante, Terrassa Cascais, Terraço (Hotel Tivoli), Terreiro do Paço, Tertúlia Do Paço, Típico (Corinthia Hotel Lisbon), Vela Latina, Varanda de Lisboa, Zina food & Wine.

Gamado, aqui.