Archive for the ‘Caça’ Category

Governo retirou melro da lista de espécies cinegéticas

O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, anunciou no passado dia 9 de Julho que retirou o melro da lista de espécies cinegéticas, revogando a portaria que permitia caçar esta ave.
De acordo com a portaria n.º 147/2011, publicada em abril em Diário da República, o melro poderia ser legalmente abatido durante as próximas três épocas de caça.

Uma decisão com a qual Daniel Campelo, novo secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, não concordou, pelo que mandou proferir um despacho que retira o melro da lista de espécies cinegéticas.

“O melro nem sequer é uma questão para os caçadores que não fazem questão de o caçar. Acho que não fazia sentido manter esta ave na lista de espécies a caçar”, salientou. Daniel Campelo falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Parque Natural do Douro Internacional.
O governante acrescentou que quem fez a proposta pensou apenas “num lado do problema”.
A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) contestou a possibilidade de caça ao melro, depois de mais de 20 anos de proibição.
A Federação Portuguesa da Caça (FENCAÇA) considerou que a permissão de caça a esta ave interessava mais aos agricultores do que aos caçadores, já que o aumento da população de melros em Portugal estará a causar estragos sobretudo ao nível de culturas como morangos, cerejas ou uvas.

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>Feira de Caça da Nave

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A Associação de Caçadores de Alvite irá promover a realização da I Feira de Caça da Nave no próximo dia 7 de Agosto de 2011, em colaboração com a Câmara Municipal de Moimenta da Beira e com a Junta de Freguesia de Alvite.

Esta iniciativa pretende antes de mais ser um local de convívio de Caçadores e de amantes da natureza, entre as iniciativas a levar a efeito estará a realização da:

–  I Prova de Trabalho de Cão Coelheiro

–  Exposição e venda de cães

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>Feira de Caça, Pesca e do Mundo Rural em Tavira

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A Biblioteca Municipal Álvaro de Campos foi o local escolhido para a conferência de imprensa de apresentação da 16.ª Feira de Caça, Pesca e do Mundo Rural do Algarve, certame que se realizará nos dias 8, 9 e 10 de Julho, no Parque de Feiras e Exposições de Tavira – em mais uma iniciativa promocional das actividades: cinegética, piscatória, dos produtos da terra, da gastronomia regional e da economia em geral, de entre muitas outras.

A organização do certame é, como habitualmente, da Federação de Caçadores do Algarve, que este ano conta com alto patrocínio da Câmara Municipal de Tavira e, nesse sentido, a conferência de imprensa de apresentação, quinta feira dia 30, pelas 17:30 horas, vai contar com a presença do presidente da Câmara Municipal de Tavira, Jorge Botelho.

À autarquia da Tavira, juntam-se outros apoios essenciais, designadamente algumas autarquias da região, o Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas, o Turismo do Algarve, o Governo Civil do Distrito de Faro e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, entre outras entidades e empresas.

>Clube de Caça e Pesca Cavaquense inaugura nova sede

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O Clube de Caça e Pesca Cavaquense (CCPC), fundado em 29 de abril de 1980, vai inaugurar amanhã (quinta feira, 16 de Junho) a sua nova sede social, situada em Quatrim do Norte, Moncarapacho, no concelho de Olhão.

A cerimónia, inserida nas comemorações do Dia da Cidade de Olhão, terá lugar pelas 19:00 horas, contando com a presença do presidente da Câmara Municipal de Olhão, Francisco Leal.

A obra foi iniciada em abril de 2006 e contou com a colaboração de entidades oficiais, sócios, amigos e diversas empresas, que ajudaram a minimizar os custos, através de mão-de-obra e donativos, refere o emblema, em comunicado.

O Clube de Caça e Pesca Cavaquense, além da componente cultural, onde apoia a Charola dos Cavacos, tem na componente desportiva, nomeadamente na pesca, o seu lado mais visível.

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>Feira de Caça, Pesca e do Mundo Rural muda-se para Tavira

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As razões da mudança da Feira de Caça, Pesca e do Mundo Rural para Tavira este ano, prendem-se apenas com o facto da Câmara de Faro não ter disponibilidade financeira para assegurar a continuação do patrocínio, nem pagar o que está em atraso, embora o actual presidente, Macário Correia, esteja a dar sinais de que pretende regularizar a situação, tendo pago recentemente dez mil euros da dívida acumulada desde a gestão de José Vitorino e José Apolinário – dívidas assumidas por ambos, mas que por não terem sido levadas às respectivas sessões de Câmara, agora são bem mais difíceis de regularizar.

A situação deficitária tornou-se de tal forma incomportável que, apesar do pagamento recente da autarquia farense à Federação de Caçadores do Algarve, a Câmara de Loulé decidiu que só continuaria a apoiar o certame se a Câmara de Faro cumprisse a sua quota-parte, o que, ao revelar-se impossível, inviabilizava a parceria institucionalmente estabelecida para a gestão do Parque das Cidades, uma vez que, neste caso, praticamente só a Câmara de Loulé contribuiu financeira e logisticamente para a realização do certame no local durante os últimos cinco anos.

Resta acrescentar que, segundo o Presidente da Federação de Caçadores do Algarve, Vitor Palmilha, “a dívida da Câmara de Faro à organização da Feira de Caça e Pesca do Algarve está actualmente em 97.000 euros”.

Este ano, será nos dias 8, 9 e 10 de julho de 2011 que a 16ª edição da Feira de Caça, Pesca e do Mundo Rural – Algarve, abrirá as suas portas, num novo espaço – o Parque de Feiras e Exposições de Tavira, contando para o efeito com o patrocínio da Câmara Municipal de Tavira, que segundo Vitor Palmilha, “dá pouco dinheiro, mas disponibiliza infraestruturas” adequadas à realização do certame com bastantes condições, conferindo grande dignidade ao evento.

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>Caça ao melro já é permitida por lei e choca associações

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Os caçadores vão poder matar, por dia, 40 melros, aves emblemáticas e até agora protegidas por lei. A medida está a chocar as associações do sector, que garantem que tal não foi negociado na definição do calendário venatório para os próximos três anos.

«Abrir caça ao melro não faz sentido, nem do ponto de vista da caça, nem do ponto de vista gastronómico. Nenhum caçador se sentirá bem ao abater este ‘pássaro de jardim’», defende Helder Ramos, da Federação Portuguesa de Caçadores (APC), acusando a Autoridade Florestal Nacional (AFN), que elabora o calendário e define as espécies que podem ser abatidas, de ter agido à revelia das negociações com as associações: «Esta inclusão nunca foi colocada em cima da mesa».

Por outro lado, o dirigente avisa que está em causa uma caça perigosa, pois «o melro tem um voo baixo, ao nível do tórax do caçador, e costuma andar em zonas arborizadas, o que leva a um aumento de tiros com poucas condições de segurança».

Os ambientalistas, por seu lado, acreditam que a inclusão do melro como espécie cinegética (definida numa portaria publicada a 7 de Abril) só pode ser engano. «Não faz qualquer sentido, do ponto de vista técnico, considerar o melro uma espécie cinegética. Só admitimos que seja um erro, uma gralha», reage Samuel Infante, da Quercus, esperando que o assunto seja «rapidamente resolvido».

A opinião é partilhada por Carlos Cruz, da Liga de Protecção da Natureza, (LPN). «Só pode ser incompetência grave de alguém», considera o ornitólogo, e questiona: «Como é que alguém vai disparar contra um melro? A seguir serão os pardais?»

Mas, para Jacinto Amaro, presidente da Fencaça, há uma explicação: a tutela quer usar os caçadores para acabar com a praga de melros que existe no país desde 1986, e que, entre muitos outros problemas, destrói produções frutícolas: «Isto é a AFN a tentar livrar-se de um problema – o de ter de passar milhares de autorizações especiais aos agricultores para que possam espantar os melros das suas produções».

Esta ideia é, no entanto, liminarmente rejeitada pelos especialistas que lembram não existir dados conclusivos sobre a quantidades de melros em território nacional.

«Em primeiro lugar, não é aos caçadores que cabe o controlo sanitário; em segundo, os melros são uma espécie comum, sim, estão bem distribuídos por todo o território, mas nenhum dado científico aponta para o seu aumento ou diminuição», responde Helder Costa, autor do único estudo sobre este pássaro feito nos últimos anos em Portugal (publicado no Atlas das Aves, de 2008, pelo Instituto de Conservação da Natureza).

O ornitólogo e antigo presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) sublinha que «apenas daqui a alguns anos serão conhecidos quais dados estatísticos relativos aos melros», uma vez que o comportamento destes pássaros está agora a ser estudado por aquela entidade. Por isso, também critica a inclusão do melro no calendário, considerando a decisão «estranhíssima». «Os fundamentos técnicos, a existir, estão no segredo dos deuses», conclui. A medida começa a ser aplicada já na próxima época de caça, no caso dos melros, de Novembro a Fevereiro.

Contactada pelo SOL, a AFN remeteu o assunto para a tutela, que não prestou esclarecimentos.

Entretanto, começou a circular na internet uma petição contra a caça ao melro.

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>Montaria ao Javali – Encontro Cinegético do Município Miranda do Douro

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As montarias ao javali vão acontecer em São Pedro no (sábado) dia 19 de Fevereiro e em Cicouro no (domingo) dia 20 de Fevereiro de 2011 em Miranda do Douro.

Este evento atrai todos os anos centenas de pessoas a Miranda do Douro. Saia de casa com os seus mais próximos e venha assistir ou participar no XI Festival de Sabores Mirandeses.

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